Quer saber mais sobre o Livro Negro do Rock? Quer conhecer e ouvir a música feita pelo Barbieri? Apenas clique numa das capas abaixo!

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It's Time to Think! O Livro Negro do Rock Orion
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Better Ashes Than Dust The Brain Sexy Diet The Flowers of Evil
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    its time to think
    It's Time to Think!
    Antonio Celso Barbieri

    Já fazem alguns anos que venho estudado guitarra e, no meu tempo, mostrando progresso. Vindo do Rock, percebi que, tenho uma certa obsessão pelas escalas pentatônicas. Vivo tentando ver ser, usando as notas do blues, posso fazer algo mais rápido, mais pesado e mais rock. Por outro lado usar a minha voz, sempre foi um grande desafio. Então, este álbum mostra as minhas mais recentes experiências, tanto com a voz como tocando a guitarra. Este projeto, em várias faixas, também conta com o trabalho do grande músico Carlos Lichman detonando sua guitarra com maestria e excelência! (leia mais)

    Guest Guitar Player: Carlos Lichman (2016)

    its time to think selo

     

     

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    orion
    Orion
    Antonio Celso Barbieri


    Já fazem muitos anos que sou atraído por sons que parecem vir do oriente. No piano, toda vez que faço algum improviso estes sons surgem como se fossem do nada. Talvez seja porque passeio muito pelas teclas negras e, porque elas são agrupadas de cinco em cinco, o som resultante dos meus passeios pode parecer japonês, chinês ou coisa parecida. Durante os anos fui colecionado estas pequenas ideias e, um dia reparei que várias delas poderiam muito bem serem agrupadas em um álbum... (leia mais)

    Looking for the East Inside my Mind

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    better ashes than dust
    Better Ashes Than Dust
    Antonio Celso Barbieri


    O nome deste álbum foi inspirado nas palavras do escritor norte americano Jack London que, diz a lenda, no seu leito de morte, disse que preferia ser um meteoro incandescente do que um planeta estático. Disse que preferia queimar tudo e terminar como cinzas do que simplesmente virar pó. Barbieri achou esta frase muito boa. Este álbum contém poesias e sons que seus amigos várias vezes insistiram que, fossem transformados realmente em música mas que, por vários motivos, Barbieri ficou sempre adiando... até agora! (leia mais)

    The Holographic Mirages of the Soul

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    the brain sexy diet
    The Brain Sexy Diet
    Antonio Celso Barbieri


    Uma compilação de faixas seminais gravadas entre 1987 e 1995, caminhando corajosamente por estilos que, na época, eram ainda pouco conhecidos ou apreciados como por exemplo o Rock Eletrônico Industrial e aventurando-se na tentativa de criar algo com uma urgência futurista que só poderia ser classificada como um Techno Punk avant-guarde. Neste período Barbieri caminhava numa busca interminável pelos limites entre o som e ruído... (leia mais)

    Techno Punk avant-guarde? (1987/1995)

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    front
    The Flowers of Evil
    Antonio Celso Barbieri

    Lá pelo começo dos anos 80, encontrei o trabalho do poeta Charles Baudelaire pela primeira vez. Foi a primeira vez que tomei conhecimento do livro As Flores do Mal. Na época, devo confessar que achei sua poesia muito obscura, mórbida e complexa. Eu não tinha ainda a inteligência suficiente para apreciar este trabalho. Desde então, o livro As Flores do Mal tornou-se um desafio pessoal. Passaram-se muitos anos para que eu tivesse a oportunidade de enfrentar dos demônios do Baudelaire novamente.... (leia mais)

    Artista Convidado Zadoque Lopes (2001)

    charles baudelaireCharles Baudelaire

     

     

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    brain brazil cover front
    Brain Brazil Vol. I
    Antonio Celso Barbieri


    Esta coletânea foi lançada, com apoio da Revista Dynamite, em 1997. A idéia, foi fazermos uma distribuição gratuíta na Europa para ver se conseguíamos que uma gravadora internacional assinasse um contrato de gravação com alguma das bandas brasileiras incluídas no álbum. Infelizmente, com excessão da banda Sepultura, pareceu que o mercado estava fechado para todas as nossas bandas. Sinceramente ainda acho que existe espaço neste planeta para todo mundo... (leia mais)

    The Roots of Brazilian Metal (1997)

    brain brazil back cover

     

     

  • The String Theory: Escutem em primeira mão várias faixas deste novo álbum de Barbieri ainda em processo de gravação!

    the string  theory
    Capa do álbum The String Theory. Arte: Digital colagem by A. C. Barbieri

    The String Theory
    Barbieri adianta várias faixas de seu novo álbum!

    escrito por Antonio Celso Barbieri

    The String Theory (A Teoria das Cordas) é o nome do meu próximo álbum que, ainda está sendo gravado aqui no meu estúdio (Raw Vibe) em Londres.

    Já fazem vários anos que venho estudando guitarra. Sempre sem professor e no meu tempo, sem pressa, de acordo com o meu interesse e prazer. Estou sempre aprendendo alguma coisa nova aqui e ali. No Youtube encontrei alguns tutoriais muito interessantes e aqui, na Internet, consegui "baixar" umas aulas muito boas. Como já devo ter comentado em algum lugar sou fã de carterinha do blues e das escalas pentatônicas em particular. Sinto que o rock sem estas escalas não soa "de raiz", não soa rock como deveria. Algumas bandas do estilo Stonner Rock estão fazendo uso destas mesmas escalas. É como se estivessem tocando um blues acelerado com uma batida pesada de Hard Rock acrescido de pitadas de psicodelismo. Eu gosto! Quando escuto, sinto uma nostalgia gostosa de um tempo que, acredito, foi muito importante na minha formação musical.

    Fender

    Neste Natal passado (2016) realizei um grande sonho comprando uma guitarra Fender Stratocast (USA). Não poderia ser uma Fender japonesa ou mexicana tinha que ser uma lendária norte-americana.  Eu já possuia por quase uns 20 anos uma guitarra Jackson Performer PS-1 mas, meu sonho era mesmo era uma Fender. Segui meus instintos, comprei a Fender e realmente estou muito feliz com esta decisão porque, a diferença em termos de qualidade entre minha antiga Jackson e esta Fender é brutal. Pela primeira vez sinto que tenho um instrumento realmente de primeira qualidade.

    Comenteario sobre as três primerias faixas deste novo álbum

    A primeira faixa chama-se Dueling With Myself (Duelando Comigo Mesmo) e mostra dentro da mesma temática músical o diálogo de dois solos um limpo e outro distorcido. Os dois solos na verdade são apenas a subdivisão de um mesmo solo contínuo executado apenas com a ajuda, como refência de tempo, de um clique de metrônomo rolando no fone de ouvido. Como nas outras duas músicas, esta gravação foi resultado de um improviso gravado apenas uma vez e sem ensaio. Se as duas músicas foram gravadas em mais ou menos 30 minutos, a sua edição levou vários dias num processo muito trabalhoso de edição "nota por nota". Foi durante a mixagem que testando vários pedais de efeito decidi dividir o solo em duas partes mais ou menos como num duelo de guitarras e como sou eu que toco as duas tornou-se obviamente um "duelo comigo mesmo" onde a palavra ganha mais que um significado porque refere-se também à minha luta pessoal para superar minhas próprias limitações musicais.

    A segunda faixa chama-se String Theory Experiment (Experimento com a Teoria das Cordas). Esta foi na verdade a primeira faixa que gravei. Já faz algum tempo que vinha brincando com esta ideia de criar um som com um toque meio medieval. Quando comecei tentar tocar sem usar a palheta, os primeiros exercícios levemente me lembraram de forma bem primitiva, pedacinhos, pequenas vinhetas na linha de bandas como Led Zeppelin e mesmo Black Sabbath.

    Como já tinha pensado em dar o nome The String Theory (A Teoria das Cordas) ao álbum, um nome que joga com o sentido das palavras uma vez que A Teoria das Cordas é uma teoria revolucionária que até propoem a ideia da existência de várias dimensões além das 4 que já conhecemos e, ao mesmo tempo, para um músico, quando falamos de cordas geralmente ele é remetido para leia da acústica ou, como no meu caso, às 6 cordas da guitarra, achei muito propício chamar esta música de "Experimento com a Teoria das Cordas".

    A terceira faixa chama-se My Blues From Another Dimension (Meu Blues de Outra Dimensão) e, parte dela, saiu como resultado dos meus estudos para aprender o solo da música Crossroads de autoria de Robert Johnson o lendário mestre do Blues. Na verdade, ela poderia muito bem ser chamada "Alien Blues" porque apesar da notas serem geralmente muito usadas no Blues a mixagem que fiz é, vamos dizer, meia futurista.

    Bom, a listagem das músicas contuará crescendo até o álbum estar completo! Estou satisfeito por sentir que tenho progredido muito como guitarrista. Nesta minha busca pela perfeição tanto como técnico de som como também como músico me sinto muito feliz com este resultado e ficarei mais feliz ainda se souber que vocês também gostaram deset trabalho :-)

    Um abraço!

    Antonio Celso Barbieri

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